sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Ver um episódio às nicas

Estou, sem mentir, à uma semana para acabar de ver um episódio da novela de sábado passado.
Normalmente, eu sou mais menina de séries e filmes. Não costumo ver nem seguir nenhuma novela (pelo menos desde que tenho dois trabalhos). Mas esta como vi o primeiro episódio, e até gostei, continuei a ver (até me cansar e achar que não já não tem piada). 
Claro está, que não consigo ver às horas que ela dá. Tal como as séries. Mas agora, temos algo maravilhoso. Podemos ver na tv o que queremos e quando queremos. Já não é aquele aparelhosinho que nos diz o que é que temos de ver sem ter muito  por escolher.
Bem, é o que eu tenho feito durante esta semana toda. Tentar colocar o episódio onde tinha ficado no dia anterior (pelo menos na parte que me lembro) e ver até ao fim. Porque, quer se dizer, o episódio não é assim tão grande e ver às nicas não dá com nada. É que quando dou por mim (ou melhor, não dou) já estou com a cabeça enfiada na almofada a fazer meia noite, como se costuma dizer. 
Não há condições!

Já agora, quem vê novelas daí?

(Imagem retirada da internet)

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Já desisti de...

Desistir é palavra que nunca fez parte do meu vocabulário. Nem do meu, nem das pessoas (que fazem parte de mim) que me rodeiam. Pelo menos tento que assim seja. Dependendo do que for o objeto da desistência o conselho é sempre parar, respirar fundo, refletir, levantar a cabeça e lá vamos nós. Em frente porque em frente é que é o caminho, independentemente do que isso significar.

Desistir pode querer dizer que nos cansámos de vez do que quer que seja. Chegámos ao nosso limite e não queremos, mais, continuar com o massacre. Estamos cansados de batalhar todos os dias e apenas queremos uns minutos de descanso e alguns segundos de paz interior. Achamos que não vai compensar o esforço. Pensamos no porquê de nos metermos naquilo."Será que vou conseguir?", "Porque é que tudo é tão difícil para mim?". Se experimentarmos dormir um pouco, nestas circunstâncias, ajuda a resolver grande parte destas dúvidas. Às vezes, por vezes, é só o cansaço a falar.

Desistir pode ter um senão. Pode significar que acordámos para a vida. Que tomámos a consciência de que não vale a pena insistir em algo ou alguém que sabemos que não nos vai levar a lado nenhum. Sabemos que nunca vamos alcançar determinado objetivo. Sentimos que não iremos ter futuro com a ideia de ir em frente. Dói-nos por não nos estar a fazer bem algum e por nunca vir a fazer. Magoa por dentro. Cá dentro de nós.

Desistir carrega consigo a vontade de falar mais alto e mandar tudo e todos para aquele lugar que todos  nós sabemos e do não querer saber mais do assunto. É quase incontrolável. Revelamo-nos. Mostramo-nos descontentes. Refilamos. Choramos. 

Desistir pode ser fácil. Mas também pode ser tudo menos isso. Por vezes, o que custa não é o momento em si mas o que vem depois. Nem sempre estamos preparados,física e psicologicamente, para o que vem a seguir ao dar esse passo do "Não quero mais", "Chega", "Estou farta", "Não vale a pena", "Vou partir para outra".Podemos achar que estamos a colocar um ponto final quando na verdade, que nem vemos, temos uma avalanche atrás de nós. A mente precisa de preparação e o coração de estrutura.

Eu já desisti de:
  • sonhos que nunca vão passar disso;
  • pessoas que não me dizem nada e que deixei de ter, por livre e espontânea vontade, na minha vida;
  • dar importância a pessoas com as quais não me identifico em nada mas que sou obrigada a conviver infelizmente;
  • acreditar na vida cor-de-rosa;
  • tentar mudar o que não consigo;
  • ser perfeita;
  • exigir dos outros o que sei que nunca vou ter;
  • de mim.(Foi num outro tempo, numa outra época. Mas foi isso que fiz. Mas hoje, estou aqui. Como nova. Um dia conto-vos.)

E vocês do que já desistiram na vida?
(Imagem retirada da internet)

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Porta-copos fofinho

Eu aqui já ando a fazer pesquisa para os meus presentes de natal (sim, estamos em Outubro mas quando fechares os olhos e voltares a abrir vais ver que já estamos no ano novo). E este ano eu quero personalizar e ao mesmo tempo poupar dinheiro. Por isso, já ando a fazer a minha listinha de forma a fazer uma boa gestão e gastar o menos dinheiro possível.

Por isso, no que já vi (ainda pouco) há tanta coisa fofinha e bonita que podemos fazer em casa que dão origem a presentes com outro sabor e de maior significado. Sim, porque o que é feito à mão, pensado para aquela pessoa tem outro valor (pelo menos é assim que eu penso).

Neste sentido, encontrei a ideia de porta-copos fotográficos. São lindos de morrer. Azulejos com fotografias nossas ou de quem vamos oferecer que fazem recordar só bons momentos. Digam lá que não é gira??? 
Eu gosto da ideia das fotos mas também podemos adaptar para imagens com frases que também não é má de todo.
Esta eu vou tentar fazer já decidi.



Vou precisar de:
- Azulejos quadrados
- Fotos ou imagens com frases
- Tesoura
- Adesivos de espuma
- Pincel de espuma
- Cola branca
- Verniz com brilho

Passo a passo:
  1. Com as fotos recortadas, já do tamanho pretendido, colocar uma camada fina de cola na parte frontal dos azulejos e depois posicionar as fotos da forma que queremos, em cima da cola molhada.
  2. Colocar uma camada de cola por cima da foto para impermeabilizar a mesma.Deve-se passar três camadas em cada foto e deixamos secar pelo menos 15 min antes de passar novamente.
  3. Aplicar camada final de verniz para uma maior protecção.
  4. Aplicar os adesivos de espuma por trás do azulejo.
Digam lá que não é original?



(Imagens retiradas do pinterest)

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Coisa que dizem às crianças

Os adultos enganam as crianças quando contam mentirinhas inocentes para obterem determinado comportamento delas. É que elas acreditam mesmo...  
Quem não tem histórias sobre isso? 
Eu não fui uma criança diferente.... Ainda hoje quando me lembro ou quando recordo com as minhas irmãs fartamo-nos de rir à conta disso. Mas mãe e pai, isso não se faz!

As que eu mais me lembro e foram mais marcantes para mim foram:
  • eu acreditava piamente que as crianças vinham das feiras locais. Detestava quando a minha mãe lá ia pois corria o enorme risco de vir mais uma garota lá para casa. Já tinha duas e para mim era o mais que suficiente. Na altura, eu queria ser filha única. Ter mais alguém a competir comigo a atenção dos meus pais era demasiado. Eu achava que a minha mãe deveria ser proibida de entrar em qualquer feira. E não, não era a cegonha que as trazia!
  • imaginem 3 crianças irrequietas num carro. Não parávamos quietas. Mas quando a minha mãe dizia que vinha lá a Velha nós punhamo-nos logo em sentido. Tinhamos medo da Velha. Era alguém feia e assustadora que andava na rua sempre à procura de crianças mal comportadas e que as levavam sabe-se lá para fazer o quê.. Lembro-me de um dia, ir-mos passear e atrás de nós seguia de fato uma velhinha. Deve ter sido o dia em que nos portámos melhor. Não havia barulho nem birra. Caladinhas que nem uns ratinhos.
  • Para mim havia mesmo pai natal. E sim, ele andava no ar com o trenó e deixava os presentes pela chaminé. Em casa nós abriamos sempre os presentes no dia 25 pela manhã. Por isso, no dia 24, nós crianças tinhamos sempre pressa para ir dormir. Sim, porque segundo a minha mãe, o pai natal só vinha depois de dormirmos.
E voçês? Em que é que vos enganaram?

(imagem retirada da internet)

sábado, 7 de outubro de 2017

Que sol maravilhoso...e eu tenho de trabalhar!?

Está um dia lindo. Um sol que dá vontade de passear, de estar no jardim com os meus animais. Tudo menos ficar fechada em casa ou no trabalho. 
Mas eu não tenho essa sorte... ainda tenho muitas contas de sumir para fazer hoje...

E voçês? Vão passear?
Bom fim de semana! 

(imagem retirada da internet)

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Quero um miminho destes, já!

Nunca fui menina de usar vestidos. Achava que não me ficavam bem ou não gostava de ver. Mas hoje isso é diferente. Quero usar e abusar. Andei a ver o site Shein e encontrei cada um mais bonito que o outro. Aqui ficam alguns que mais gostei e que não me importava nada que viessem de livre vontade viver cá  para o meu guarda-fatos.

Há para todos os gostos. É com aplicações em bordado, é veludo (parece que vai ser a grande tendencia), é  aos quadrados ou riscas e claro, é com as bolinhas que não podem faltar. Difícil mesmo é escolher porque os preços são bastante acessíveis. 

Gostam de algum? Qual?

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