Parece-me que ser uma "pessoa séria" está cada vez mais fora moda. São pessoas em vias de extinção. Mas que país é este?
Há certa gente que esquece por completo de onde veio, de onde começou. São capazes de mudar de valores, de métodos, de personalidade, de estrutura, de vida como se de uma peça de roupa se tratasse.
Esta mulher, que deu origem à Associação sem fins lucrativos Raríssimas tornando-se presidente da mesma podia fazer o que fez se estivéssemos a falar de uma empresa particular. Era dela e podia fazer o que quisesse. Agora, estamos a falar de uma instituição de carater social que recebe apoios do Estado. Apoios esses que vem do dinheiro de todos os portugueses.
Agora pergunto, onde está a segurança social no meio disto tudo? Não é seu dever fiscalizar as contas da associação? Foi preciso virar escândalo para se mexerem?
Isto é vergonhoso e triste.
Espero que se apure a verdade e responsabilizem quem de direito. Demissão é o mínimo. E não podem ser as pessoas e crianças com doenças raras a pagar a "Fatura" dos erros dos outros.
(Foto: retirada da internet - Ex-Presidente da Associação Raríssimas: Paula Brito e Costa)



