quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Gerir Pessoas

Todos os trabalhos são específicos e tem as suas características. Tem coisas boas e menos boas. Como tudo na vida diga-se de passagem...
Uma vez que passamos muito tempo com outras pessoas (cinco dias por semana, oito horas por dia, quando não é mais!?), é importante termos uma boa relação (profissional) com elas. Essas pessoas com as quais falamos, fazemos, resolvemos, planeamos e concretizamos várias tarefas do dia-a-dia  de trabalho. Se há incompatibilidade de personalidades, competição fingida e prejudicial a coisa dá para o torto e depois é problemas e mais problemas. E isto é muito comum. Mais do que se pensa. Mais do que se vê.
Para mim, para falarmos em trabalho temos de falar em equipa. Porque uma empresa não anda para a frente apenas com um trabalhador. É necessário um conjunto de pessoas que tenham o mesmo objetivo. Cada um com as suas funções mas com uma meta geral, comum a todos os membros. É isso que uma entidade patronal espera da sua equipa de colaboradores. E é nisso que os trabalhadores devem-se concentrar. Porque se não for isso, não recebem o ordenado ao fim do mês.
Agora, claro que há pessoas que trabalham mais que outras. Umas mais interessadas e outras nem por isso. Há os espertinhos e aqueles que se acham. Há os que se fingem de amigos e são os primeiros a passar a perna ao colega do lado. Há aqueles que não se preocupa minimamente com o que tem de fazer e há os outros que se preocupam mais do que o própria entidade patronal. Há muito o pensamento "se tenho quem faça porque é que tenho de me preocupar".Há de tudo.
Gerir pessoas é difícil. Mesmo difícil. Não conheço ninguém que o faça e que me diga que é fácil. Não é. Nunca foi. E nunca vai ser. 

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Vale a pena pensar nisto.... (ou nem por isso!)

....De hoje a 3 meses é dia de natal!...

domingo, 23 de setembro de 2018

"Ou é tudo ou não vale nada" de Pedro Chagas Freitas

(foto: minha)

Este livro foi lido num ápice. Nunca tinha lido nada deste autor. E fiquei completamente fã da escrita e dos trocadilhos que ele faz com as palavras. Com certeza vou ler mais coisas do autor até porque já comprei mais uns tantos livros.
É uma história que parece básica mas disso não tem nada. É um livro que me deixou a pensar em cada capitulo. Sim, porque com o desenrolar da historia o autor fala de coisas que acontecem no quotidiano de qualquer pessoa, tal como acontece com a personagem principal.
E o final da história é daquelas que pode ter várias interpretações e que fica à imaginação de quem o lê. Diria até que quem o lê é que determina o final da história. É misterioso e viciante.

O conteúdo do livro é sobre um Homem que vive na incessante procura de uma mulher que só ele acredita existir e que só ele vê. Nutre um amor por alguém que não conhece. Será isto possível?

sábado, 22 de setembro de 2018

Já voltei

Já voltei da Madeira! Foi bom. Foi muito bom. As ilhas são lindas. Açores ou Madeira são ilhas diferentes, mas são boas opções para quem gosta de natureza. As paisagens são de cortar a respiração e tiram-nos as palavras. Nem as fotos conseguem demonstrar o que na realidade, de quem está lá, sente! Simplesmente, é de parar, esquecer a máquina e apreciar o momento, respirar fundo e guardar na memória aquilo que a vida nos proporciona naquele instante.
Portugal, de fato, é lindo! É mágico!
Infelizmente, estou de volta a realidade e com isso o final das férias. O que é bom acaba sempre depressa e sem dar por isso. Mas é o que é e o que tem de ser.
Em breve colocarei fotos aqui sobre a minha ida à ilha e a vontade de lá ficar por mais uns meses...

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Um jovem atira-se do comboio por causa de um telemóvel

Este poderia bem ser um titulo de letras gordas de um jornal. Não é fictício! É verídico. Aconteceu mesmo.
Fui para o campo, com o meu filho de quatro patas, para praticar um pouco de exercício físico (ambos precisamos de queimar pneu). 
Ao chegar à passagem de nível dei com aquele aparato. Tive obrigatoriamente que parar. Não porque o comboio ia passar, mas porque estava um rapaz (entre os seus 16,17 anos talvez) literalmente parado no meio da estrada. Tinha as calças com sangue, respiração ofegante, nervoso e mal me viu pediu-me uma serie de vezes por favor para o levar a casa. Não o conhecia de lado nenhum. Mas o desespero era tanto que eu nem sei. Nunca tinha visto nada assim. E apanhou-me desprevenida. 
Com aquela confusão toda fiquei a perceber que ele tinha-se atirado do comboio em movimento por causa do telemóvel que deixou cair. Meu cérebro parou! Mas quem é que no seu perfeito juízo se atira de um comboio por causa de um telemóvel? Está bem que o comboio não anda muito depressa. Não era um alfa, nem um pendular...mas???quem??? Segundo o protagonista: "Nem pensei!". E eu cá para mim: "sim, só uma pessoa que não pensa é que faz isso!".
Bem, lá fiz a minha boa acão do dia. Levei o rapazito a casa. Queixava-se de um joelho e foi o caminho todo a tossir. Dizia que estava bem. Se calhar, no meio do susto, até estava bem. Mas podia-se ter aleijado a sério.
Mas eu ponho-me a pensar nesta juventude. Tão dependentes das tecnologias. Telemóveis então. Qualquer dia eles já nascem e os brinquedos deles são telemóveis. Já para se irem habituando. E eu vejo crianças cada vez mais novas já nessa realidade. Isto é muito triste! Até adultos são completamente viciados quanto mais as crianças e os jovens. Não medimos as consequências que isso nos pode trazer.
Sim, porque se fosse meu filho, que se atirasse de um comboio por causa de um telemovel, oh menina!! Iamos ter problemas graves....

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Levem o tempo que precisarem!...

(imagem: internet)