sábado, 13 de outubro de 2018

Por aqui o tempo corre mais que eu

Tive uma semana que passou a correr. Sempre para trás e para a frente no trabalho. E assim o tempo voa...
Entretanto na minha vida...
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Já começo a pensar e já estou na minha altura (para mim já acho que é tarde) de começar a pensar nos presentes de natal. Não gosto de deixar para a ultima até porque gosto de personalizar cada presente. Eu adoro o Natal. É a altura mais bonita do ano.
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Estou seriamente preocupada com as minhas personagens do livro que estou a ler. Ontem foi um tanto. Foi até adormecer com o livro aberto. Quanto mais acontece mais está para acontecer. Aguardo impacientemente até logo para continuar o vicio.
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Parece que vem aí um vendavál. Pretendo fazer o que recomendam. Nada.


quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Acabei de me apaixonar #13

Ultimamente só tenho andado com as minhas mochilas da parfois. São práticas e para o dia a dia são ótimas. Até para as viagens dão um jeito do caraças. Uma pessoa pode ter a mochila às costas e consegue tirar umas fotos e tal e não está sempre a poisar a mala e tal. Sujeita a esquecer-me dela nalgum sitio.

Por isso, sou super fã de mochilas. O que é prático é super importante para mim (deve ser da idade que tem vindo a colocar algum tipo de bom senso nesta cabeça) e como tal essencial. 

Porém, uma vez que já tenho três e em todas elas existe o castanho, agora para me armar em "Sra" queria uma mala digna da minha pessoa (se é que me entendem). Mas nessa busca deparo-me com isto e morro de amores. É que esqueci logo essa cena de querer ter uma mala normal. 

Não é fofinha?? dá vontade de agarrar e servir de almofada.... Tão linda!! ❤❤❤  (já não digo o mesmo do preço).

(Mochila Guess - aqui)

P.S.: E não é que também é em tons de castanho?! Tamanha é a pedrada. É que já não chega....

sábado, 6 de outubro de 2018

Vêm aí os 32....

(imagem: internet)

É verdade...já estamos em Outubro. Ainda ontem eu tinha arranjado um 31 e agora, quase quase a fazer os 32 aninhos. O tempo voa e cada vez mais depressa e apressado. Ou temos a noção de que temos de aproveitar tudo ao máximo ou então a vida passa por nós sem nos dizer um "Olá" sequer.

Mal cheguei de férias, do meu regresso da ilha (porque é que não fiquei lá??Já me perguntei isto não sei quantas vezes...) para a qual eu voltava já, não tive tempo para nada.Sempre a correr com as coisas do trabalho para resolver. O fim do mês de Setembro estava à porta e depois com outras peripécias que surgiram estive completamente "off" para tudo o resto.

Deixemo-nos de lamurias porque o caminho é em frente. Não há tempo a perder para olhar para trás. Estamos a menos de três meses para o dia de natal e acho que já está na altura de pensar nos presentes de natal se quero poupar e gastar o menos dinheiro possível. 

Para além disso, tenho em mente acabar ainda este ano o livro que tenho em mãos "A rapariga do comboio". Li muito pouco este ano. A ver vamos se consigo terminar este com o pouco tempo que tenho para a leitura.E isso não é desculpa.

A acompanhar quero ver se faço mais exercício fisico. Até agora, era uma caminhada aqui, uma corrida ali mas depois eram não sei quantos dias sem fazer nada e aquilo ficava por aquilo mesmo. Uma misérias. Determinação eu tenho e já desafiei a minha mãesinha para o mesmo. O meu filho Boris, nem se fala, passear é com ele, signifique isso o que significar. 

Objetivos não me faltam e não são difíceis de os ter. O pior é o resto. Foco é essencial.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Gerir Pessoas

Todos os trabalhos são específicos e tem as suas características. Tem coisas boas e menos boas. Como tudo na vida diga-se de passagem...
Uma vez que passamos muito tempo com outras pessoas (cinco dias por semana, oito horas por dia, quando não é mais!?), é importante termos uma boa relação (profissional) com elas. Essas pessoas com as quais falamos, fazemos, resolvemos, planeamos e concretizamos várias tarefas do dia-a-dia  de trabalho. Se há incompatibilidade de personalidades, competição fingida e prejudicial a coisa dá para o torto e depois é problemas e mais problemas. E isto é muito comum. Mais do que se pensa. Mais do que se vê.
Para mim, para falarmos em trabalho temos de falar em equipa. Porque uma empresa não anda para a frente apenas com um trabalhador. É necessário um conjunto de pessoas que tenham o mesmo objetivo. Cada um com as suas funções mas com uma meta geral, comum a todos os membros. É isso que uma entidade patronal espera da sua equipa de colaboradores. E é nisso que os trabalhadores devem-se concentrar. Porque se não for isso, não recebem o ordenado ao fim do mês.
Agora, claro que há pessoas que trabalham mais que outras. Umas mais interessadas e outras nem por isso. Há os espertinhos e aqueles que se acham. Há os que se fingem de amigos e são os primeiros a passar a perna ao colega do lado. Há aqueles que não se preocupa minimamente com o que tem de fazer e há os outros que se preocupam mais do que o própria entidade patronal. Há muito o pensamento "se tenho quem faça porque é que tenho de me preocupar".Há de tudo.
Gerir pessoas é difícil. Mesmo difícil. Não conheço ninguém que o faça e que me diga que é fácil. Não é. Nunca foi. E nunca vai ser. 

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Vale a pena pensar nisto.... (ou nem por isso!)

....De hoje a 3 meses é dia de natal!...

domingo, 23 de setembro de 2018

"Ou é tudo ou não vale nada" de Pedro Chagas Freitas

(foto: minha)

Este livro foi lido num ápice. Nunca tinha lido nada deste autor. E fiquei completamente fã da escrita e dos trocadilhos que ele faz com as palavras. Com certeza vou ler mais coisas do autor até porque já comprei mais uns tantos livros.
É uma história que parece básica mas disso não tem nada. É um livro que me deixou a pensar em cada capitulo. Sim, porque com o desenrolar da historia o autor fala de coisas que acontecem no quotidiano de qualquer pessoa, tal como acontece com a personagem principal.
E o final da história é daquelas que pode ter várias interpretações e que fica à imaginação de quem o lê. Diria até que quem o lê é que determina o final da história. É misterioso e viciante.

O conteúdo do livro é sobre um Homem que vive na incessante procura de uma mulher que só ele acredita existir e que só ele vê. Nutre um amor por alguém que não conhece. Será isto possível?