quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Gerir Pessoas

Todos os trabalhos são específicos e tem as suas características. Tem coisas boas e menos boas. Como tudo na vida diga-se de passagem...
Uma vez que passamos muito tempo com outras pessoas (cinco dias por semana, oito horas por dia, quando não é mais!?), é importante termos uma boa relação (profissional) com elas. Essas pessoas com as quais falamos, fazemos, resolvemos, planeamos e concretizamos várias tarefas do dia-a-dia  de trabalho. Se há incompatibilidade de personalidades, competição fingida e prejudicial a coisa dá para o torto e depois é problemas e mais problemas. E isto é muito comum. Mais do que se pensa. Mais do que se vê.
Para mim, para falarmos em trabalho temos de falar em equipa. Porque uma empresa não anda para a frente apenas com um trabalhador. É necessário um conjunto de pessoas que tenham o mesmo objetivo. Cada um com as suas funções mas com uma meta geral, comum a todos os membros. É isso que uma entidade patronal espera da sua equipa de colaboradores. E é nisso que os trabalhadores devem-se concentrar. Porque se não for isso, não recebem o ordenado ao fim do mês.
Agora, claro que há pessoas que trabalham mais que outras. Umas mais interessadas e outras nem por isso. Há os espertinhos e aqueles que se acham. Há os que se fingem de amigos e são os primeiros a passar a perna ao colega do lado. Há aqueles que não se preocupa minimamente com o que tem de fazer e há os outros que se preocupam mais do que o própria entidade patronal. Há muito o pensamento "se tenho quem faça porque é que tenho de me preocupar".Há de tudo.
Gerir pessoas é difícil. Mesmo difícil. Não conheço ninguém que o faça e que me diga que é fácil. Não é. Nunca foi. E nunca vai ser. 

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