(Livro de Margarida Rebelo Pinto - O meu amor existe)
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quinta-feira, 22 de junho de 2017
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Amigas para sempre!
É verdade que não escolhemos a família de sangue. É um dado adquirido quando chegamos a este mundo.
Mas podemos ter outra familia. A que escolhemos. A que vamos constituindo ao longo da vida. Nessa podemos por e dispor. Não temos qualquer obrigação de vinculo. Se existem é porque queremos que façam parte. É a familia do coração.
Como é obvio refiro-me aquelas pessoas a que chamamos de amigos. Os meus contam-se pelos dedos das mãos. São poucos sim, mas são únicos. São chatos e impossíveis mas eu adoro-os. São insuportáveis mas sei que vão estar sempre lá.
E já que ontem o facebook disse-me que era dia dos melhores amigos eu não podia deixar de falar de uma amiga que é muito importante para mim.
Conhecemo-nos no trabalho à cerca de 5 anos. Hoje já não trabalhamos juntas e não estamos tantas vezes juntas como gostaríamos mas quando estamos aproveitamos ao máximo. É como uma irmã para mim. Ela é linda, teimosa, persistente, orgulhosa, sincera, "uma agarrada", preguiçosa, perfecionista... É um doce de pessoa. Só lhe desejo bem. Só quero que seja feliz. O mais que poder e que conseguir.
Numa das fases mais difíceis da minha vida ela estava lá. Todos os dias. Todos os dias me ligava. Todos os dias estava comigo de que maneira fosse. Todos os dias inventava para fazermos coisas (mesmo quando essas coisas não lhe faziam bem). Ela estava presente. Os problemas são para encará-los de frente. E ela estava lá ao mesmo nivel que eu para o que viesse. Nunca foi preciso dizer mais do que eu estava disposta a falar. Ela entendia-me mesmo assim. Sem dizermos nada. Isso não importava. Ela estava lá, incondicionalmente.
Todos os momentos que passo com ela são únicos e sempre verdadeiros. Nada é fingido. Nada soa a mentira. Nunca nos chateamos. Implicamos uma com a outra mas não vai mais para além disso. É como se fossemos irmãs. Não somos de sangue. Somos de coração.
E só tenho a agradecer-lhe. Por nunca desistir de mim. Por fazer parte da minha vida. Por fazer parte de mim. Incondicionalmente.
Espero ser velhinha, e encontrar-me com ela para o nosso chá das 5 (sim, porque vou ser, ou melhor, vamos ser umas velhinhas chiques) e não fazermos mais nada a não ser criticarmos os homens (ahahah). Ela com os netos dela e eu com os meus. O importante é estarmos juntas. Sempre. Na vida e para a vida.
A verdadeira amizade é dos sentimentos mais bonitos. E felizes daqueles que tem o prazer de a viver, de a conquistar, de a ter, de a sentir.
A minha amiga chama-se M.
Obrigada por existires.
Numa das fases mais difíceis da minha vida ela estava lá. Todos os dias. Todos os dias me ligava. Todos os dias estava comigo de que maneira fosse. Todos os dias inventava para fazermos coisas (mesmo quando essas coisas não lhe faziam bem). Ela estava presente. Os problemas são para encará-los de frente. E ela estava lá ao mesmo nivel que eu para o que viesse. Nunca foi preciso dizer mais do que eu estava disposta a falar. Ela entendia-me mesmo assim. Sem dizermos nada. Isso não importava. Ela estava lá, incondicionalmente.
Todos os momentos que passo com ela são únicos e sempre verdadeiros. Nada é fingido. Nada soa a mentira. Nunca nos chateamos. Implicamos uma com a outra mas não vai mais para além disso. É como se fossemos irmãs. Não somos de sangue. Somos de coração.
E só tenho a agradecer-lhe. Por nunca desistir de mim. Por fazer parte da minha vida. Por fazer parte de mim. Incondicionalmente.
Espero ser velhinha, e encontrar-me com ela para o nosso chá das 5 (sim, porque vou ser, ou melhor, vamos ser umas velhinhas chiques) e não fazermos mais nada a não ser criticarmos os homens (ahahah). Ela com os netos dela e eu com os meus. O importante é estarmos juntas. Sempre. Na vida e para a vida.
A verdadeira amizade é dos sentimentos mais bonitos. E felizes daqueles que tem o prazer de a viver, de a conquistar, de a ter, de a sentir.
A minha amiga chama-se M.
Obrigada por existires.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Capacidade de sonhar
Sonhar é tão bom. Não dói, não se paga (por enquanto ahahah) e faz-nos tão bem. Limpa-nos o espírito e enche-nos a alma. É das melhores coisas que podemos fazer. Não há regras. Não há limites. Não há julgamentos.
Dizem que os sonhos movem o mundo e comandam a vida e eu acredito piamente nisso. São eles que nos guiam. Que nos iluminam. Que nos fazem acreditar. Que nos deixam um sorriso de orelha a orelha e nos dão um friosinho na barriga. Fazem-nos querer mais e mais. E atrás de um vem outro e outro. Nunca mais acabam. E nós nunca nos cansamos. Porque é da nossa natureza vivermos na busca e na conquista de sonhos e mais sonhos.
Sou tão mais eu quando sonho. E tenho tantos sonhos em mim que até acho que não tenho espaço para todos eles (Alguns conseguem ser maiores que eu ahahah). Todos os dias penso neles e me foco cada vez mais em realizá-los. Podem parecer impossíveis hoje, mas amanhã talvez não. São unicamente meus e só os perco se deixar. Podem depender de outras pessoas mas primeiro dependem de mim.
Só quero, e espero, nunca perder essa capacidade de sonhar. De ser livre. De voar mais alto. De abrir a mente e alargar os horizontes. De ser feliz.
Quando não conseguir mais sonhar, nada mais fará sentido ou valerá a pena. Quando isso acontecer, se acontecer, já morri há muito tempo. Já não sou eu. Já não existo.
Termino com uma frase que toda a gente conhece e que é mais batida que sei lá o quê mas é tão bonita, diz tudo e eu adoro. Infelizmente não é minha mas de Fernando Pessoa (Álvaro de Campos):
♡ "Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo." ♡
(imagem retirada da internet)
Só quero, e espero, nunca perder essa capacidade de sonhar. De ser livre. De voar mais alto. De abrir a mente e alargar os horizontes. De ser feliz.
Quando não conseguir mais sonhar, nada mais fará sentido ou valerá a pena. Quando isso acontecer, se acontecer, já morri há muito tempo. Já não sou eu. Já não existo.
Termino com uma frase que toda a gente conhece e que é mais batida que sei lá o quê mas é tão bonita, diz tudo e eu adoro. Infelizmente não é minha mas de Fernando Pessoa (Álvaro de Campos):
♡ "Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo." ♡
(imagem retirada da internet)
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Refugio de mim
Há dias em que não me apetece nada. E "nada" é mesmo tudo nesses dias. Não sair da cama pela manhã parece-me a solução ideal. Deixar-me estar aninhada por debaixo do lençol é tudo o que quero. Ou então, que me apareça o aladino da lanterna mágica e me concretize o desejo de ser de noite novamente para que eu possa continuar no meu sono profundo.
Saber que tenho de colocar os pés no chão e ir à minha vidinha, dá-me asía. O melhor mesmo era que o mundo se esquecesse de mim por breves instantes e me deixasse só por um bocadinho. No meu canto. Sozinha.
Nesses dias dou tudo para poder desligar o telemóvel. Qualquer voz me irrita e quaisquer palavras soam-me a descabidas. A paciência não me assiste. O cansaço invade-me. Tenho vontade de mandar tudo para outro lado (que sabemos qual é mas que não convém dizer). Vontade de desistir dos sonhos, das metas, das pessoas, de mim! Apetece-me perder-me e não ser encontrada. Deixar tudo para trás. Não continuar. Não recomeçar. Não nada.
E o que é que eu faço? Nada.
Não há nada que se possa dizer que suavize a luta interior. Nada vale de nada.
É nesses momentos que sei, que preciso de parar. Parar em todos os aspetos. Preciso de estar comigo. Preciso de estar sozinha. Preciso de apreciar a minha companhia. Preciso de me rever, de me analisar. Preciso do meu refugio e tudo o que ele me possa dar. Preciso de paz. Mas isso leva tempo. O seu tempo. Aquele tempo que muitas das vezes não temos.
Parar é importante. Sabermos o que nos move ainda mais importante é. Por isso, é normal que tenhamos estes momentos de dúvidas. Fazem parte. (Estão lá toda a noite a passear na cabeça para pela manhã dar o ar da sua graça). O que importa é sabermos desligar a máquina de vez em quando e reinicia-la com as devidas atualizações se for caso disso.
Não gosto desses dias. Porque a mim só me apetece dormir. Mas tenho-os. São raros. Mas existem. E ainda bem. E duvido que seja a única de que os tenha.
Já vos disse que tenho mau feitio? (ahahah)
E já agora, hoje não é desses dias porque se fosse com toda a certeza não tinha escrito este post.
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