quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Deixar ir

      Algures no tempo...

❋   ❋   ❋   ❋   ❋   ❋   ❋   ❋   ❋   ❋ 

Não sei o que te vai na cabeça. Há coisas que não consigo perceber...quanto mais entender. A minha vontade, mais sincera, é dizer-te "Não". Chega! Chega de dúvidas e perguntas. Não estou para isto nem para aturar as tuas mudanças de personalidade que te invadem com a mesma força de um furacão. Tenho mais que fazer e com que me preocupar. Essa tua indiferença deixou de ser indiferente. Já não tenho idade para perder tempo. E tu também não. Quero mais. Mais além...Já não estamos no mesmo patamar. Já não caminhamos juntos. Já não partilhamos a vida. Já não temos o mesmo mundo e os mesmos sonhos.
O coração não quer. Tem medo de partir mas sabe que não pode ficar. Tem receio de perder mas sabe que nunca irá ganhar a batalha e muito menos a guerra.

 Por isso, quero ir. Deixa-me ir....
...
E ela foi!
❋   ❋   ❋   ❋   ❋   ❋   ❋   ❋   ❋   ❋ 

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Acabei de me apaixonar #1

(Sapatilhas da Salsa - aqui)

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Pessoas sem essência

Já lá vai o tempo em que a palavra de uma pessoa era tudo. Estava dito, estava dito! Era uma espécie de "Deus".
Quantos negócios não se fizeram sem papelada? E sem grandes complicações.(quando falo em negócios falo em tudo em que envolvia decisões importantes entre duas partes interessadas).
Não era preciso cá formalidades nem burocracias. 
Não era preciso esperar dias intermináveis até que os processos se desenvolvessem e que os documentos ficassem prontos.

Hoje, não é assim! Hoje, a palavra vale muito pouco ou nada mesmo. Há uma necessidade, constante, de resumir tudo a escrito. Porque ao estar escrito, fica registado. E como tal, qualquer duvida vai se ver o que foi selado.

Não tenho nada contra a que se fique tudo escrito. Aliás, até defendo para depois não haver cá confusões. Mas, também sei que ao dizer isto, o faço, porque sei que nunca podemos contar com o que pode vir da outra parte. Nós sabemos como somos. Mas não sabemos como os outros são. 

Cada vez mais há pessoas que não são fieis a si próprias. Não se pode confiar em nada nem em ninguém. Não cumprem com o que dizem. Mentem para ficar bem vistas. Culpam os outros para não assumir o erro. Enfim, pessoas para mim sem essência. 

E infelizmente, é disto por todo o lado!
É muito triste! Para as pessoas, para a sociedade e para o mundo!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Cabelos brancos - Dilema

Estou com um grande dilema. Sim tenho cabelos brancos! São poucos, 2 ou 3... mas quando apanho o cabelo é que se notam. Sei que não se deve (é o que dizem) mas eu arranco-os todos. É que eu não me gosto nada de ver!... (sou mesmo uma desgraça)

Nunca pintei o cabelo. Sempre gostei da minha cor e nunca tive a vontade e coragem para fazer grandes mudanças. Mas agora não sei o que faça a minha vida...

Quem pinta o cabelo por aí?

sábado, 2 de setembro de 2017

Custou tanto...mas fui!


Eu disse ontem que uma das coisas que queria fazer este mês era exercício. Chegou a hora de parar de adiar sempre para amanhã o que já estava na altura de começar há muito tempo. 

É que já tenho 30 anos e quer se dizer não é só comer para a frente! (ahahah). Eu cá nunca fiz dieta de comida (nem sei o que isso é) mas isso não quer dizer que faça dieta de exercicio!

Pois, ontem como cheguei a casa ainda de dia, lá calcei as sapatilhas e peguei no Boris Manuel (sim, ele está como a dona!não está lá muito para o elegante!) e fui.

Fiz meia hora de caminhada e corrida alternado. Estou muito fora de forma e tem de ser aos bocadinhos. Mas devagar se vai ao longe. Qualquer dia já faço trails vão ver... Custou muito porque nunca me apetece ir mas depois a sensação de que puxamos pelo corpo é muito boa... ahahah

E voçês? Como vão esses musculos?

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Coisas que quero fazer neste mês

(Imagem retirada da internet)

👉 Poupar dinheiro. 
👉 Diminuir o numero de cafés que bebo durante o dia.
👉 Terminar pelo menos um dos livros que está a meio.
👉 Tentar ser menos refilona.
👉 Fazer exercício que não tenho feito nada de nada.

No fim do mês cá estaremos para dizer como correu a coisa.